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Conheça mais sobre André Luiz

Palavras que trazem Luz
Como é a vida no plano espiritual.
Porque pensar e fazer o Bem.
As consequências dos sentimentos negativos.
A Mediunidade na evolução do homem
Conhecendo os dois planos da existência.
A vida depois da desencarnação.
A Sexualidade do ponto de vista espiritual!
Estudo da obra No Mundo Maior!
As conquistas no campo da renovação mental.
Estudando a mediunidade!
A semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória!
Os trabalhadores da última hora!
A vida em dois mundos!
Produzido pelo
Lar Irmã Esther
Guaíba/RS
Desenvolvimento:
Marcelo Plocharski

Estudos sobre o Livro "Evolução em dois mundos" de André Luiz com psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira

Clique sobre o assunto que você quer estudar e vá direto para o texto:

O poder da criação* Evangelização nº 30/05 do LIE.

Evolução * Evangelização nº 31/05 do LIE.

Alimentação dos espíritos * Evangelização nº 32/05 do LIE.

Comunicação entre os espíritos * Evangelização nº 33/05 do LIE.

Mediunidade * Evangelização nº 34/05 do LIE.

Reencarnação dos selvagens * Evangelização nº 35/05 do LIE.

Consciência desperta * Evangelização nº 36/05 do LIE.

Vida social dos espíritos * Evangelização nº 37/05 do LIE.

Diferenciação dos sexos * Evangelização nº 38/05 do LIE.

Desencarnação do espírito * Evangelização nº 39/05 do LIE.

Os 10 mandamentos * Evangelização nº 40/05 do LIE.


O poder da criação* Evangelização nº 30/05 do LIE.

Ao penetrarmos no portal dessa extraordinária obra de pesquisa e descrição dos mundos variados que compõem o Universo, sentimo-nos como alguém que cruza os altos portões de uma catedral infinita com a urgente tarefa de compreendê-la e divulgá-la a fim de melhor entendê-la, para que possamos tomar algum conhecimento da vastidão que nos rodeia, desafiando-nos a que solucionemos o enigma do Poder Divino da Criação. Tal tarefa é sobretudo desafiadora tendo em vista as limitações da mente humana. Inobstante, embora não possamos ter a pretensão de penetrar os segredos íntimos do Poder da Criação, podemos e devemos alargar e treinar a nossa mente para entendermos o fluído cósmico e o magnetismo Criador que perpassa todo o Universo, com bilhões e trilhões de corpos celestes, galáxias, estrelas, planetas, meteoros, poeiras cósmicas e tudo mais, que evolui só a forma de energia materializada pelas vastidões do infinito num desafio perpétuo mas tentador. Vamos pois abrindo algumas janelas que nos permitem observar, o que ainda é segredo na obra divina, para melhor entendermos o Grande Criador dos mundos infinitos. Seu poder e perfeição divina, sua sabedoria e sua justiça perfeita ao longo da evolução da vida, iniciando na poeira cósmica, nas rochas, nos gazes e na energia solidificada que vai do mineral, do vegetal, do animal e pela evolução em dois mundos vai até os Arcanjos de Deus. Leiamos pois com atenção, um trecho desse capítulo 1º para aprofundarmos um pouco nosso entendimento humano voltado para o Divino:
“CO-CRIAÇÃO EM PLANO MENOR - Em análogo alicerce, as Inteligências humanas que ombreiam conosco utilizam o mesmo fluido cósmico, em permanente circulação no Universo, para a Co-criação em plano menor, assimilando os corpúsculos da matéria com a energia espiritual que lhes é própria, formando assim o veículo fisico-psicossomático em que se exprimem ou cunhando as civilizações que abrangem no mundo a humanidade Encarnada e a humanidade Desencarnada. Dentro das mesmas bases, plasmam também os lugares entenebrecidos pela purgação infernal, gerados pelas mentes desequilibradas ou criminosas nos círculos inferiores e abismais, e que valem por aglutinações de duração breve, no microcosmo em que estagiam, sob o mesmo princípio de comando mental com que as Inteligências Maiores modelam as edificações macrocósmicas, que desafiam a passagem dos milênios. Cabe-nos assinalar, desse modo, que, na essência, toda a matéria é energia tornada visível e que toda a energia, originalmente, é força divina de que nos apropriamos para interpor os nossos propósitos aos propósitos da Criação, cujas leis nos conservam e prestigiam o bem praticado, constrangendo-nos a transformar o mal de nossa autoria no bem que devemos realizar, porque o Bem de Todos é o seu Eterno Princípio. Compete-nos, pois, anotar que o fluido cósmico ou plasma divino é a força em que todos vivemos, nos ângulos variados da Natureza, motivo pelo qual já se afirmou, e com toda a razão, que "em Deus nos movemos e existimos". Uberaba, 15-1-58.”

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Evolução no tempo * Evangelização nº 31/05 do LIE.

Para que possamos entender a ação do espírito sobre a matéria, André Luiz nos retrata os elementos que compõe nossa organização físico – somática em marcha evolutiva desde remotas eras até atingir o reino angelical. Busca sintetizar e relatar a longa, esforçada e sofrida história dessa evolução através de muitos milhões de anos, registrando que Cristo Jesus presidiu a Criação deste nosso Planeta, no qual haveria de viver como encarnado e Mensageiro do Mundo Maior, do qual proveio. Leiamos um trecho desse capítulo 3, a fim de entendermos mais como tem sido o esforço criativo de Deus no objetivo de adequar os diversos estágios dessa evolução em Dois Mundos.
Evolução No Tempo:
“É assim que dos organismos monocelulares aos organismos complexos, em que a inteligência disciplina as células, colocando-as a seu serviço, o ser viaja no rumo da elevada destinação que lhe foi traçada do Plano Superior, tecendo com os fios da experiência a túnica da própria exteriorização, segundo o molde mental que traz consigo, dentro das leis de ação, reação e renovação em que mecaniza as próprias aquisições, desde o estímulo nervoso à defensiva imunológica, construindo o centro coronário, no próprio cérebro, através da reflexão automática de sensações e impressões em milhões e milhões de anos, pelo qual, com o auxílio das Potências Sublimes que lhe orientam a marcha, configura os demais centros energéticos do mundo íntimo, fixando-os na tessitura da própria alma. Contudo, para alcançar a idade da razão, com o título de homem, dotado de raciocínio e discernimento, o ser, automatizado em seus impulsos, na romagem para o reino angélico, despendeu para chegar aos primórdios da época quaternária, em que a civilização elementar do sílex denuncia algum primor de técnica, nada a menos de um bilhão e meio de anos. Isso é perfeitamente verificável na desintegração natural de certos elementos radioativos na massa geológica do Globo. E entendendo-se que a Civilização aludida floresceu há mais ou menos duzentos mil anos, preparando o homem, com a bênção do Cristo, para a responsabilidade, somos induzidos a reconhecer o caráter recente dos conhecimentos psicológicos, destinados a automatizar sua constituição fisio-psicossomática do espírito humano as aquisições morais que lhe habilitarão a consciência terrestre a mais amplo degrau de ascensão à Consciência Cósmica.
Obs.: As presentes estimativas e apontamentos do Plano Espiritual, apesar das compreensíveis divergências humanas, coincidem exatamente com observações e ilações de vários estudiosos encarnados. (Nota do Autor Espiritual).”

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Alimentação dos espíritos * Evangelização nº 32/05 do LIE.

Neste capítulo do livro, André Luiz nos esclarece com detalhes como se dá a alimentação dos Espíritos, tanto os de menos luz como os de maior ou intensa luminosidade. Em resumo ele nos informa com singularidade que os desencarnados muito apegados aos 5 sentidos da matéria física após a morte ou são conduzidos às colônias de refazimento para receberem alimento e tratamento adequados onde aprendem a alimentar-se de fluídos mais densos, ou permanecem errantes pelos caminhos sombrios da vida umbralina transformada em pesadelo contínuo, já com os espíritos errantes ocorre algo bem diferente. A alimentação deles é bem mais fluídica e leve. André Luiz descreve tal sustento como “alimento psíquico e magnético” trocado entre os que se amam, algo que os nutricionistas da Terra não conseguem explicar através das leis conhecidas. Em outras palavras é preciso amar para alcançar a situação de espírito elevado, com respiração específica. Leiamos aqui um trecho desse capítulo para que obtenhamos essa importante informação:
“Abandonado o envoltório físico na desencarnação, se o psicossoma está profundamente arraigado às sensações terrestres, sobrevem ao Espírito a necessidade inquietante de prosseguir atrelado ao mundo biológico que lhe é familiar, e, quando não a supera ao preço do próprio esforço, no auto-reajustamento, provoca os fenômenos da simbiose psíquica, que o levam a conviver, temporariamente, no halo vital daqueles encarnados com os quais se afine, quando não promove a obsessão espetacular.
Na maioria das vezes, os desencarnados em crise dessa ordem são conduzidos pelos agentes da Bondade Divina aos centros de reeducação do Plano Espiritual, onde encontram alimentação semelhante à da Terra, porém fluídica, recebendo-a em porções adequadas até que se adaptem aos sistemas de sustentação da Esfera Superior, em cujos círculos a tomada de substâncias é tanto menor e tanto mais leve quanto mais se evidencie o enobrecimento da alma, porquanto, pela difusão cutânea, o corpo espiritual, através de sua estrema porosidade, nutre-se de produtos sutilizados ou sínteses quimio-eletromagnéticas, hauridas no reservatório da Natureza e no intercâmbio de raios vitalizantes e reconstituintes do amor com que os seres se sustentam entre si. Essa alimentação psíquica, por intermédio das projeções magnéticas trocadas entre aqueles que se amam, é muito mais importante que o nutricionista do mundo possa imaginar, de vez que, por ela, se origina a ideal euforia orgânica e mental da personalidade. Daí porque toda criatura tem necessidade de amar e receber amor para que se lhe mantenha o equilíbrio geral.
De qualquer modo, porém, o corpo espiritual com alguma provisão de substância específica ou simplesmente sem ela, quando já consiga valer-se apenas da difusão cutânea para refazer seus potências energéticas, conta com os processos da assimilação e da desassimilação dos recursos que lhe são peculiares, não prescindindo do trabalho de execução dos resíduos, pela epiderme ou pelos emunctórios normais, compreendendo-se, no entanto, que pela harmonia de nível, nas operações nutritivas, e pela essencialização dos elementos absorvidos, não existem para o veículo psicossomático determinados excessos e inconveniências dos sólidos e líquidos da excreta comum.”

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Comunicação entre os espíritos * Evangelização nº 33/05 do LIE.

Este é um dos capítulos mais importantes e mais fáceis de entender nessa tão significativa obra enviada à Terra pelos espíritos de Luz. Ele nos possibilita entender também como é que os espíritos se comunicam e se expressam nos diversos níveis da espiritualidade. Entre eles tais comunicações são feitas por imagens, ou exteriorização dos conceitos de pensamentos trocados entre os interlocutores. Para nós, encarnados na Terra, isto parece difícil ou até impossível de entender e assimilar. Tal comunicação por via do pensamento entre dois seres humanos, os psicólogos tem chamado de telepatia. Ao nível dos espíritos superiores o entendimento é ainda mais fácil pois, é feito de imagens diríamos plásticas, criados pelo pensamento dos que se comunicam. Mas, leiamos atentamente o que André Luiz nos conscientiza a respeito da fala entre os diversos níveis de desencarnados.
“Incontestavelmente, a linguagem do Espírito é, acima de tudo, a linguagem que exterioriza de si próprio. Isso ocorre mesmo no plano físico, em que alguém, sabendo refletir-se, necessitará poucas palavras para definir a largueza de seus planos e sentimentos, acomodando-se à síntese que lhe angaria maior cabedal de tempo e influência.
Círculos espirituais existem, em planos de grande sublimação, nos quais os desencarnados, sustentando consigo mais elevados recursos pela cultura e pela riqueza interior, pela cultura e pela grandeza moral, conseguem plasmar, com as próprias idéias, quadros vivos que lhes confirmem a mensagem ou ensinamento, seja em silêncio, seja com a despesa mínima de suprimento verbal, em livres circuitos mentais de arte e beleza, tanto quanto muitas Inteligências infelizes, treinadas na ciência da reflexão, conseguem formar telas aflitivas em circuitos mentais fechados e obsessivos, sobre as mentes que magneticamente jugulam.
De acordo com o mesmo princípio, Espíritos desencarnados, em muitos casos, quando controlam as personalidades mediúnicas que lhes oferecem sintonia, operam sobre elas à base das imagens positivas com que as envolvem no transe, compelindo-as a lhes expedir os conceitos.
Nessas circunstâncias, expressa-se a mensagem pelo sistema de reflexão, em que o médium, embora guardando o córtex encefálico anestesiado por ação magnética do comunicante, lhes recebe os ideogramas e transmite com as palavras que lhes são próprias. Todavia, não obstante reconhecemos que a imagem está na base de todo intercâmbio entre as criaturas encarnadas ou não, é forçoso observar que a linguagem articulada, no chamado espaço das nações, ainda possui fundamental importância nas regiões a que o homem comum será transferido imediatamente após desligar-se do corpo físico.”

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A mediunidade humana * Evangelização nº 34/05 do LIE.

Iniciando com o estudo da aura humana, André Luiz nos mostra como surgiu e se desenvolveu na Terra a mediunidade humana, desde os primórdios e as etapas de desenvolvimento pelos quais busca os caminhos da Luz.
Tudo bem obedecido às regras evolucionistas daquele que tudo criou e mantêm. Revela o autor que, à intuição primária e observações da Natureza surgiu o pensamento e a reflexão. Por tais caminhos, a que vem juntar-se a descoberta da imortalidade da qual anunciada por todos os Profetas e Mensageiros, emerge e se aprimora a capacidade Mediúnica que estabelece a comunicação entre encarnados.
Os múltiplos fluídos, as intuições, as várias correntes de pensamentos dos dois planos de vida, tudo é explicado para esclarecer os fundamentos e roteiros de mediunidade na árdua tarefa de clarear os caminhos do mundo. Vamos a seguir transcrever um trecho desse capítulo 17 para entendermos melhor o essencial dessa monumental obra de André Luiz.

“Mediunidade Espontânea - Nessa fase primária de novo desenvolvimento, encontra-se, como é natural, ao pé dos objetos que lhe tomam o interesse. É assim que o lavrador, no repouso físico, retoma, em corpo espiritual, ao campo em que semeia, entrando em contato com as entidades que amparam a Natureza; o caçador volta para a floresta; o escultor regressa, freqüentemente no sono, ao bloco de mármore de que aspira a desentranhar a obra-prima; o seareiro do bem volve à leira de serviço em que se lhe desdobra a virtude, e o culpado torna ao local do crime, cada qual recebendo de Espíritos afins os estímulos elevados ou degradantes de que se fazem merecedores.
Consolidadas semelhantes relações com Plano Espiritual, por intermédio da hipnose comum, começaram na Terra os movimentos da mediunidade expontânea, porquanto os encarnados que demostrassem capacidades mediúnicas mais evidentes , pela comunhão menos estreita entre as células do corpo físico e do corpo espiritual, em certas regiões do campo somático, passaram das observações durante o sono às observações da vigília, a princípio fragmentárias, mas acentuáveis com o tempo, conforme os graus de cultura a que fossem expostos.
Quanto menos densos os elos de ligação entre os implementos físicos e espirituais, nos órgãos da visão, mais amplas as possibilidades na clarividência, prevalecendo as mesmas normas para a clariaudiência e para modalidades outras, no intercâmbio entre as duas esferas, inclusive as peculiaridades da materialização, pelas quais os recursos periféricos do citoplasma, a se condensarem no ectoplasma da definição científica vulgar, se exteriorizam do corpo carnal do médium, na conjugação com as forças circulantes do ambiente, para a efêmera constituição de formas diversas.”

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Reencarnação dos selvagens* Evangelização nº 35/05 do LIE.

Como ocorre a reencarnação dos selvagens? O que é um corpo ovóide e quais as pessoas que neles se transformam? Como se desenvolve a inteligência e o moral do ser humano em sua trajetória de evolução? Por que ocorre o nascimento de filhos excepcionais, mental e fisicamente? O que acontece a muitos desencarnados no espaço entre a morte e a reencarnação? Estas e muitas outras indagações são respondidas com clareza e verdade pelo Espírito André Luiz nessa obra de informações espirituais e Verdades Eternas. Mostrando que o progresso Espiritual do homem passa por muitos traumas e sofrimentos esclarecedores, avançando nesta subida, degrau por degrau, ao longo de muitas vidas. Essa é a maneira única pela qual progredimos. Sobre esta relevante questão, assim falou Bezerra de Menezes: “Deus não seria infinitamente poderoso, justo e bondoso se tendo destinado o homem à perfeição. Ele Deus não conseguisse atingir os seus objetivos. Leiamos portanto o que nos revela André Luiz, num trecho do capítulo 12:
“O Selvagem Desencarnado – Entretanto, o homem selvagem, que se reconhece dominador na hierarquia animal, cruel habitante da floresta, que apura a inteligência, através da força e da astúcia, na escravização dos seres inferiores que se lhe avizinham da caverna, desperta, fora do corpo denso, qual menino aterrado, que, em se sentindo incapaz de separação para arrostar o desconhecido, permanece, tímido, ao pé dos seus, em cuja a companhia passa a viver, noutras condições vibratórias, em processo multifários de simbiose, ansioso por retornar a vida física que lhe surge à imaginação como sendo a única abordável à própria mente.
Não dispõe, nessa fase, de suprimento espiritual que o ajude a pensar em termos diferentes da vida tribal em que se apoia.
O espetáculo da vastidão cósmica perturba-lhe o olhar e a visita de seres extra terrestres, mesmo benevolentes e sábios, infunde-lhe pavor, crendo-se à frente de deuses bons ou maus, cuja natureza ele próprio se incumbe de fantasiar, na exiguidade das próprias concepções.
Acuado na choça, onde a morte lhe furtou o veículo físico, respira a atmosfera morna em que se acasalam os seus herdeiros de sangue, para somente ausentar-se do reduto doméstico quando a família se afasta, instada por duras necessidades de subsistência e de asilo.
E o homem primitivo que desencarnou, suspirando pelo devotamento dos pais e, notadamente, pelo carinho do colo materno, expulso do vaso fisiológico, não tem outro pensamento senão voltar ao convívio revitalizante daqueles que lhe usam a linguagem e lhe comungam os interesses."

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Consciência desperta * Evangelização nº 36/05 do LIE.

No estudo dessa extraordinária obra constatamos como ocorrem os diversos estágios e etapas do desenvolvimento dos seres no plano físico para o Plano Maior, do lento despertar, ou seja, aquele acordar de consciência da criatura que passa a enxergar a Luz Divina na estrada da existência. Trata-se daquele MOMENTO SOLAR o qual passa a ser o divisor de águas e tudo o que acontece passa a ser o antes e o depois desse momento de clarão Divino da Eternidade. A partir daí, tudo começa a ser entendido pelo espírito humano que atinge esse plano decisivo da Evolução. A Lei Superior que comanda os longos e indesviaveis estágios evolutivos, desde o mineral, passando pelos reinos Vegetal, animal (Ser humano) e o angelical, leva milhões de anos até atingir a Plenitude Divina. Leiamos o que revela André Luiz sobre o decisivo estágio da LUZ QUE SE ACENDE.
CONSCIÊNCIA DESPERTA - É assim que ele transformado interpreta, sob novo prisma, a importância de sua presença na Terra.
Não mais lhe seduzem a despreocupação e o nomadismo, assim como para o homem adulto é já passado o ciclo da infância.
Sabe agora que o berço carnal se reveste de significação mais profunda.
Compreende, a pouco e pouco, que a vida lhe registra as contas pessoais, porquanto aprende que pode negar o braço ao companheiro necessitado de apoio, sabendo, porém, que o companheiro poderá recusar-lhe o seu, no momento em que o desequilíbrio lhe bata à porta.
Reconhece que dispõe de liberdade para manter o desafeto, mas não ignora que o desafeto, a seu turno, pode igualmente exterminar-lhe o corpo ou amargar-lhe o caminho.
Percebe que os seus gestos e atitudes, para com os outros, criam nos outros atitudes e gestos semelhantes para com ele.
Com esse novo cabedal de observação, revela-se-lhe a vida mental mais surpreendente e mais rica e, por essa mais intensa vida íntima, retrata com relativa segurança as idéias dos Espíritos Abnegados que lhe custodiam a rota.
Desde então, não guarda a existência circunscrita à romagem berço-túmulo, por alongá-la, do ponto de vista de causa e efeito, para além do sepulcro em que se lhe guarda o invólucro anulado ou imprestável.
Incorporando a responsabilidade, a consciência vibra desperta e, pela consciência desperta, os princípios de ação e reação funcionam, exatos, dentro do próprio ser, assegurando-lhe a liberdade de escolha e impondo-lhe, mecanicamente, os resultados respectivos, tanto na esfera física quanto no Mundo Espiritual."

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Vida social dos espíritos * Evangelização nº 37/05 do LIE.

Aqui juntamos dois capítulos, 6 e o 7, sobre a “vida social dos desencarnados” e “matrimônio e divórcio” os quais são dois ângulos do mesmo assunto. No capitulo 6 constatamos que famílias de comunidades reencarnam em grupos e que se reencontram na Terra para resgatar compromissos evolutivos ou pagar dívidas. Aqui reorganizam-se em lares e mantém compromissos sociais e em continuação ao que vivenciaram em vidas anteriores. Vemos então que tudo segue uma ordem lógica e justa. Também chama-nos a atenção como são vistas as questões da viuvez e novos casamentos e a das que se divorciam e tornam a casar variadas vezes. Como renascerão e como se reagruparão ou se reencontrarão estas criaturas instáveis e alienadas quanto aos seus compromissos conjugais e familiares, principalmente quanto ao destino dos filhos. Muito interessante para leitura de todos, já que André Luiz e Chico Xavier nos afirmam qual é o pensamento do Mais Alto sobre essa abrangente questão. Leiamos então:
“Convictas de que tornarão à Terra para a solução dos problemas que lhes enevoam ou afligem o campo íntimo, situam-se em tarefas obscuras, junto aos semelhantes, encarnados ou desencarnados, quando se reconhecem vitimadas pela vaidade ou pelo orgulho que ainda lhes medram no seio, e localizam-se em aprendizados valiosos da inteligência, em se vendo inábeis para os serviços especializados do pensamento, não obstante os talentos sentimentais que já entesourem consigo.
Quase todas, no entanto, obedecem aos ditames do amor do ideal que lhes inspiram a consciência. Aglutinam-se em verdadeiras cidades e vilarejos, com estilos variados, como acontece aos burgos terrestres, característicos da metrópole ou do campo, edificando largos empreendimentos de educação e progresso, em favor de si mesmas e a beneficio dos outros.”
“Quanto ao divórcio, segundo os nossos conhecimentos no Plano Espiritual, somos de parecer que não deva ser facilitado ou estimulado entre os homens, porque não existe na Terra uniões conjugais, legalizadas ou não, sem vínculos graves no princípio da responsabilidade assumida em comum. Mal saídos do regime poligâmico, os homens e as mulheres sofrem-lhe ainda as sugestões animalizantes e, por isso mesmo, nas primeiras dificuldades da tarefa a que foram chamados, costumam desertar dos postos de serviço em que a vida os situa, alegando imaginárias incompatibilidades e supostos embaraços, quase sempre simplesmente atribuíveis ao desregrado narcisismo de que são portadores. E com isso exercem viciosa tirania sobre o sistema psíquico do companheiro ou da companheira mutilados ou doentes, nessecitados ou ignorantes, após explorar-lhes o mundo emotivo, quando não se internam pelas aventuras do homicídio, ou suicídio, espetaculares, com a fuga voluntária de obrigações preciosas.
É imperioso, assim, que a sociedade humana estabeleça regulamentos severos à beneficio dos nosso irmãos contumazes na infidelidade aos compromissos assumidos consigo próprios, a benefício deles, para que se não agreguem a maior desgoverno, e a benefício de si mesmas, a fim de que não regresse à promiscuidade aviltante das tabas obscuras, em que o princípio e a dignidade da família ainda são plenamente desconhecidos.
Entretanto, é imprescindível que o sentimento de humanidade interfira nos casos especiais, em que o divórcio é o mal menor que possa surgir entre os grandes malotes pendentes sobre a fronte do casal, sabendo-se, porém, que os devedores de hoje voltarão ao acerto das próprias contas.”

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Diferenciação dos sexos* Evangelização nº 38/05 do LIE.

Por que alguns espíritos de todos os graus vêm ao mundo como homens e outros como mulheres? Qual o circuito de forças que mobilizam algumas almas para tarefas mais elevadas ou enobrecidas, e outras para trabalhos duros em postos de sacrifício real? Quais os fatos determinantes que reúnem, juntam ou, por períodos, separam as criaturas, os casais, os membros da família, todos em busca de burilamento? Ou por fim, quando se decidiu que tais espíritos renasceriam como homens e outros como mulheres, já que na condição Angélica a característica sexual é o que menos interessa? Leiamos a seguir com atenção o que nos esclarece o Espírito André Luiz.

“Como se iniciou a diferenciação dos sexos? - Os princípios espirituais, nos primórdios da organização planetária, traziam, na constituição que lhes era própria, a condição que podemos nomear por “teor de força”, expressando qualidades predominantes ativas ou passivas. Entendendo-se que a evolução é sempre sustentada pelas Inteligências Superiores, em movimentação ascendente, desde as primeiras horas da reprodução sexual começou, sob a direção delas, a formação dos órgãos masculinos e femininos que culminaram morfologicamente nas províncias genésicas do homem e da mulher da atualidade.
Não podemos esquecer, porém, que o trabalho evolutivo no aperfeiçoamento fisiológico das criaturas terrestres ainda não foi terminado, prosseguindo, como é natural, no espaço e no tempo.
Quanto à perda dos característicos sexuais, estamos informados de que ocorrerá, espontaneamente, quando as almas humanas tiverem assimilado todas as experiências necessárias à própria sublimação, rumando, após milênios de burilamento, para a situação angélica, em que o indivíduo deterá todas as qualidades nobres inertes à masculinidade e à feminilidade, refletindo em si, nos degraus avançados da perfeição, a glória divina do Criador.
É imperioso reconhecer, contudo, que não podemos, ainda, em nossa posição evolutiva, formular qualquer pensamento concreto acerca da natureza e dos atributos dos Anjos, nem ajuizar quanto ao sistema de relações que cultivam entre si.”.

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Desencarnação do espírito* Evangelização nº 39/05 do LIE.

Aqui André Luiz nos fala do surgimento do espírito, iniciado nos reinos mineral, prolongado no vegetal, e evoluindo no animal, do qual todos viemos. Muito interessante à amostragem que faz da semelhança de estágios entre os insetos, sobretudo os que saem da polpa ou casulo e passam a voar, como é o caso das borboletas, e o nascimento da alma no homem primitivo, até sua ascensão angelical. Descreve com consistência, a vida do espírito após o sepulcro, as adaptações que é forçado a obter para seu próprio desenvolvimento. Os estágios curtos, médios ou longos pelos quais todos temos que indesviavelmente percorrer, até superarmos a roda das reencarnações infernais, até cruzarmos a fronteira onde orbitam os seres superiores, que já viveram, lutaram e venceram os desafios da vida na crosta terrestre. Leiamos com atenção e reflexão o que André Luiz nos relata em trechos do capítulo 11:
“ Desencarnação do Espírito - Apenas aí, quando os acontecimentos da morte se realizam, é que a criatura humana desencarnada, plenamente renovada em si mesma, abandona o veículo carnal a que se jungia; contudo, muitas vezes intimamente aprisionada ao casulo dos seus pensamentos dominantes, quando não trabalhou para renovar-se, nos recessos do espírito, passa a revelar-se em novo peso específico, segundo a densidade da vida mental em que se gradua, dispondo de novos elementos com que atender à própria alimentação, equivalentes às tropas fluídico-magnéticas de sucção, embora sem perder de modo algum o aparelho bucal que nos é característico, salientando-se, aliás, que semelhantes trompas ou antenas de matéria sutil estão patentes nas criaturas encarnadas, a se lhes expressarem na aura comum, como radículas alongadas de essência dinâmica, exteriorizando-lhes as radiações específicas, trompas ou antenas essas pelas quais assimilamos ou repelimos as emanações das coisas e dos seres que nos cercam, tanto quanto as irradiações de nós mesmos, uns para com os outros.
Continuação da existência - Metamorfoseada, pois, não obstante o fenômeno da desencarnação, a personalidade humana continua, além-túmulo, o estágio educativo que iniciou no berço, sem perder a própria identidade, somando consigo as experiências da vida carnal, da desencarnação e da metamorfose no plano extrafísico.
Percebemos, desse modo, que a existência da criatura, na reencarnação, substancializa-se não apenas na Terra, onde atende à plantação dos sentimentos, palavras, atitudes e ações com que se caracteriza, mas também no Mundo Espiritual, onde incorpora a si mesma a colheita da sementeira praticada no campo físico, pelo desdobramento do aprendizado com que entesoura as experiências necessárias à sublime ascensão a que se destina.

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Os 10 mandamentos * Evangelização nº 40/05 do LIE.

Interpretando os dez mandamentos recebidos pelo médium Moisés, André Luiz tece considerações significativas sobre a influência que tal conjunto de Leis de causa e efeito iria trazer para os povos da Terra, milênios antes do advento de Cristo Jesus. Os Dez mandamentos são ao mesmo tempo um código de leis sociais e espirituais para a Humanidade ainda meio selvagem em relação a tal código de conduta para que se fizesse a Evolução coletiva e individual do ser humano a partir daquela época e para todo o sempre. Era uma preparação para que o advento de Jesus e seus Evangelhos abrissem a seguir a larga estrada do amor, do conhecimento, do perdão sempre repetido, da conscientização de que a vida continua após a morte física, que a alma é imortal e que a reencarnação é o instrumento Divino utilizado para essa iluminação do caminho espiritual único da Luz. Leiamos o que André Luiz nos fala a este respeito:

"Os Dez Mandamentos - Os dez Mandamentos, recebidos mediunicamente pelo profeta, brilham ainda hoje por alicerce de Luz na edificação do direito, dentro da ordem social.
A palavra da Esfera Superior gravava a lei de causa e efeito para o homem, advertindo-o solenemente:
- Consagra amor supremo ao Pai de Bondade Eterna, n’Ele reconhecendo a tua divina origem.
Precata-te contra os enganos do antropomorfismo, porque padronizar os atributos divinos absolutos pelos acanhados atributos humanos é cair em perigosas armadilhas da vaidade e de orgulho.
Abstém-te de envolver o Julgamento Divino na estreiteza de teus julgamentos.
Recorda o impositivo da meditação em teu favor e em beneficio daqueles que te atendem na esfera de trabalho, para que possas assimilar com segurança os valores da experiência.
Lembra-te de que a dívida para com teus pais terrestres é sempre insolvável por sua natureza sublime.
Responsabilizar-te-ás pelas vidas que deliberadamente extinguires.
Foge de obscurecer ou conturbar o sentido alheio, porque o cálculo delituoso emite ondas de força desorientada que voltarão sobre ti mesmo.
Evita a apropriação indébita para que não agraves as próprias dividas.
Desterra de teus lábios toda palavra dolosa a fim de que se não transforme, um dia, em tropeço para teus pés.
Acautele-te contra a inveja e o despeito, a inconformação e o ciúme, aprendendo a conquistar alegria e tranqüilidade, ao preço do esforço próprio, porque os teus pensamentos te precedem os passos, plasmando-te, hoje, o caminho de amanhã."

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